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Hey, Astronauta!

Posted in a vida como ela é, coisas on 07/24/2018 by André Vianco

 

Hey, Astronauta!

 

 

 

Ei, astronauta, liga o rádio ai um tiquinho. Eu tou do outro lado da nave e quero fazer uma transmissão.

A nave está perdida, mas está tudo bem. Uma coisa que aprendemos primeiro no treinamento específico para cruzar as estrelas e testemunhar a grandeza do Cosmo é que assim que ligamos os motores e partimos do espaço-deck, a nave já sai perdida. Em nosso mundo de jargões de comandos e de decisões que implicam em cálculos de velocidade e distância, em minimizar perdas, não computamos mais as toneladas de aço e ligas metálicas extraídas das entranhas da nossa Terra-Mãe. Aquilo vira outra coisa. A coisa que vai para Andrômeda

Um brinde à você astronauta.

Toneladas.

Andrômeda está vindo mesmo, vindo quente, falaram em 230 mil quilômetros por hora, astronauta… a gente move a essa velocidade também dentro dos limites da Via de Leite. Então, a qual velocidade a nave se move agora? Eu faltei nesse dia do treinamento.

A nave está perdida, mas, astronauta, sorria, queixo erguido, essa nave nunca foi nossa de verdade. Temos nossos trajes pesados e grossos e os capacetes que, quando precisamos, travamos e encalacramos dentro dessa coisa vistosa e reluzente tudo o que é necessário para continuarmos respirando. As vezes, astronauta, lembra do treinamento, só precisamos respirar. Pode estar difícil, mas respirar não é só tecido e nervos, capilares receptores e transformação de moléculas… respirar é preciso.

Ontem captei ruídos vindo de Andrômeda. Eram vozes diferentes. Vozes estranhas. Elas falavam de você astronauta. Falavam coisas que eu não queria ouvir. Levantamos nossos copos lá no deck do bar. Cheers! Cheers up! Ainda que seja egoísta, quando estamos escondidos no deck do bar, no cantinho escuro da nave, com nossos rádios ligados, captando risadas e aglomerados de estrelas que nos enviam sinais de bonança… estamos meio que rancorosos porque os astronautas querem ir embora. Somos crianças às vezes. E não vou pedir desculpas por isso, astronauta, lamento, mas não quero virar essa coisa para mim e nem para o seu engenheiro, o papo não é sobre a gente, mas só sobre nosso desejo de que você fique em paz e saiba que os botões estão verdes, a nave segue firme. Vai balançar no cinturão de asteroides, mas os diabos dos arcaicos, porém eficientes, giroscópios estão ai para que? Eles vã fazer o trabalho deles.

Levanta a cabeça. Todos os botõezinhos aqui estão no verde e você treinou uma equipe maravilhosa capitão. Eles farão o seu melhor, mas eu não duvido, nem por um segundo, que quando o primeiro alarme tocar, capitão, seu pequeno e treinado astronauta engenheiro número 2 da sua equipe saberá o que fazer.

Astronauta, falamos lá dos nomes que gravam no patch em nossos peitos, e rimos muito de tudo isso porque Andrômeda está vindo e esses nicknames tolos, esses avatares de quem somos ou queremos ser, gravados fundo em nossos uniformes são tão bestas, não é? Olha a distância. Vai demorar ainda. Andrômeda está longe, longe, mas é inexorável. Ela chegará e pronto. E não se preocupe com o choque de átomos. Os átomos se chocam o tempo todo, astronauta. Eu não faltei a essa aula. Astronauta, faz o seguinte… O nome que gravaram no patch do seu uniforme está com uma letra invertida. Não pense nisso. Feche o capacete, desligue os receptores de voz sintética. Apenas as vozes da sua equipe chegarão ai dentro se você quiser, nesse casulo do bem que vai lançar oxigênio ao seu redor. Tá, você vai ficar isolado e com frio, vai lembrar do dia em que você nasceu e também do dia que lhe disseram sobre Andrômeda e quando puseram a porra toda dessa nave, rangendo, sem a gente entender direito como segurava o manche, tocando a zilhão pelo tecido negro do espaço sideral, a milhão. A gente nunca presta atenção na primeira aula de Andrômeda e isso não é uma bronca, astronauta. Você já se fechou no seu módulo de brilho, imponência e suporte de vida. Se quiser saltar no escuro e experimentar como é estar lá do lado de fora da nave, ok. Você é o chefe aqui.

Conversa comigo, astronauta. Quando eu visitei sua cabine pela primeira vez eu tinha o quê? Seis anos, e ainda não eram sete. E falamos sobre palavras e eu ainda não sabia dizer sobre o que eu gostava, mas eu gostava de falar e, de alguma forma esquisita, quando falamos as palavras se enfileiram numa cadeia e deixam nossa boca batendo em moléculas e, elas já têm significado dentro de nós, as jogam ao mundo uma mensagem, a merda é que essa mensagem vibrante que rasga a distância e atinge os tímpanos deveriam atingir a pele primeiro… e eu falei que a nave devia pesar muitas “torneladas”. Você riu muito aquele dia, astronauta, até chorar. Você e o seu engenheiro, membro número dois da equipe porque eu sempre contei os co-pilotos como número 1. Vocês riram de mim porque eu disse “tornelada” e então fizeram a coisa mais sublime que existe na vida de um astronauta que também está dentro da nave que vai para Andrômeda. Você me ensinou uma nova palavra e que “tornelada” era tonelada e quando enxugou as lágrimas dos olhos, parou grave, em frente a mim, com seu uniforme reluzente, cheio de leds acesos e fios e canos e se ajoelhou bem ali na minha frente mesmo, tocando o chão de cacos de azulejo da nave e botou a mão no meu ombro e explicou, seríssimo, o que tonelada significava. Além do tonel, que eu nunca ia entender naquele momento, tinha também a coisa de não existir R no meio, a capacidade que dava para um comandante determinar como o motor ia se comportar com a movimentação de tanta massa, e chegamos pela primeira vez às dracmas (que me fascinam até hoje, astronauta). Nem você e nem eu sabíamos que ia me alimentar de palavras por um longo tempo e que, algumas vezes (olha, isso não é uma queixa não, os astronautas tem um montão de coisas para fazer) tudo o que eu tinha para estofar meu uniforme em noites de treinamento e incerteza eram novas palavras que recebia quando abria as antenas do meu radar.

 Você é um astronauta incrível. Foda-se Andrômeda. Eu nunca ligo para a velocidade de Andrômeda, mas hoje eu fiquei com raiva, a canjica estava ótima, os nomes faltaram letras nos trajes espaciais. No treinamento ensinam muito como a raiva é uma coisa que se esparrama e que não podemos trazê-la para dentro da nave. My bad.

Hey, Astrounata. Você é incrível e sua jornada até aqui tem sido muito boa.

Tears. Tears up!

Te amo meu amigo. Liga a porra do oxigênio e respira e olha para a sua equipe e explica parar eles o que é o caralho de uma tonelada nas costas.

Nos vemos em Andrômeda. Fim da transmissão.

Dartana, babá Osso Duro, As crônicas do fim do mundo 2 e mais…

Posted in a vida como ela é, literatura brasileira, literatura fantástica, novidades! with tags , , , , , , , on 05/20/2016 by André Vianco

Olá, queridos leitores e leitoras

 

Apesar do meu longo silêncio, muitas novidades pintaram nas últimas semanas.

A maioria de vocês já deve estar atualizado sobre a minha ida para a editora Aleph, parceria que vai recolocar todos os meus livros clássicos no mercado, bem bonitinhos, nas prateleiras das livrarias físicas e também nas lojas virtuais.

 

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De quebra o pessoal da Aleph prometeu uma coleção com as capas mais lindas da galáxia e eu não duvido nem um pouco da capacidade da Aleph, para quem está curioso, basta dar uma olhada no que eles vêm fazendo nos últimos tempos com as maravilhosas séries  de Star Wars e com tantos outros autores de ficção.

 

Outra boa nova vem da editora Rocco que já está em velocidade total com os preparativos para lançar Dartana. Dartana é um livro incrível e não vejo a hora dele chegar para o mundo. É bom mesmo depois de 15 livros publicados ainda sentir o coração disparar de ansiedade quando uma nova história está a caminho. Ele está nas mãos da querida Mariana Rolier, que está fazendo um trabalho excelente à frente do selo Fábrica 231. Não vejo a hora desse meu bebê tão querido estrear nesse mundão e ser submetido aos olhos e pensamentos de todos vocês, meus leitores e leitoras desse Brasilzão (em períodos conturbados, diga-se de passagem).

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Tenho dedicado meu tempo agora a escrever o novo livro a pedido da Aleph, uma história de terror e fantasia (alguns chamam essa mistura de dark fantasy, acho bastante apropriado!) que recebeu o título de “A Babá Osso Duro”… vou deixar a mente de vocês viajar a respeito das possibilidades de um livro que ganha um nome desses.

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Sei que muitos de vocês estão agoniados para receber a notícia da continuação de “As crônicas do fim do mundo”, então uma das minhas missões nessa mensagem é jogar luz sobre isso. Esse lançamento tem que esperar até o comecinho de 2017, por razões contratuais com a antiga Novo Século, uma pena, mas o mundo da fantasia também é feito de contratos de verdade. A espera está quase no fim e eu, acreditem, mais do que vocês, estou doido para ver Raquel e Cássio de volta a ação com esse mundo novo diante deles. Como surgirão os primeiros mulos nas cidades tomadas por vampiros? Essas e outras situações serão contempladas na sequência de “As crônicas do fim do mundo”.

 

Não mudei só de editora nos últimos tempos, mudei de casa recentemente, o que tem me tomado um bocado de tempo também com aquele período peculiar, pós-mudança, que consome nossa atenção para pequenos reparos, muitas escolhas e descobertas chatas que nos levam a colocar a mão na massa, como lavar a caixa d’água, enfrentar aranhas exóticas e trocar meia dúzia de bocais de lâmpadas. E vamos que vamos!

 

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Participando da campanha Nextel

Posted in a vida como ela é, audiovisual, literatura fantástica, literatura nacional, trabalhar com cinema with tags , , , , on 06/19/2013 by André Vianco

Enquanto isso…

Posted in a vida como ela é, literatura brasileira, literatura fantástica, novidades!, trabalhar com cinema with tags , , , , , on 01/29/2013 by André Vianco

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Sei que está todo mundo ansioso pelo novo livro, e sei bem como é isso. Também estou aqui louco para ver essa nova aventura “As crônicas do fim do mundo – A noite maldita” chegar até vocês. A Novo Século quer fazer um grande trabalho com esse livro e me disse que em janeiro seria uma injustiça lançar o livro por conta do corre-corre nas livrarias por conta da volta às aulas. Assim que eles tiverem uma data precisa para o lançamento, acreditem, corro aqui para comentar.

Mas, enquanto isso, não estou parado, não é verdade? Estou envolvido em vários projetos interessantes, todos ligados a esse mundinho que vou, ano após ano, inventando, ampliando e melhorando.
Esse ano, além do “As crônicas do fim do mundo” pela Novo Século, também sairá um novo trabalho pela Rocco, dedicado ao público infantil. Será uma coleção com 10 volumes, contando histórias de “terrorzinho” para as crianças.

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É o meu primeiro trabalho infantil e, acreditem, achei bem mais difícil escrever para os pequenos do que para os adultos. Apesar de histórias serem sempre histórias, o que eu mais gosto é de entrar no universo do meu leitor e me conectar com quem eu quero contar uma nova aventura. Resultado, tive que voltar a ser criança por uns tempos para resgatar essa conexão com os pequenos. Com três filhotas em casa até que não foi tão difícil. Os livros serão ilustrados pelo competente Denilson Santtos, que já trabalhou comigo no fantástico “O turno da noite – Escuridão Eterna” sendo ele o dono dos traços na HQ, agora nos livros dessa série infantil.

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Quando estiver mais encorpado eu dou mais detalhes, mas posso dizer que agora meus leitores vão começar na casa dos seis anos de idade e as filas nas noites de autógrafos (talvez mais cedo em alguns casos, hehehe) vão ficar bem mais animadas com a presença dos pequenos. Os leitores que têm filhos pequenos vão adorar.

Outra novidade é na área de cinema, minha produtora, Criamundos, está trabalhando na adaptação do “A canção de Maria” para longa-metragem, e os trabalhos de pré-produção já estão a todo vapor. O conto “A canção de Maria” já foi publicado nas antologias “Amor Vampiro”, pela giz e, mais recentemente, na “Geração Subzero”, pela Record e também ganhou versão Kindle pela editora italiana 30k, em italiano e português, essa versão para Kindle vc acha fácil no site da Amazon no seguinte link: http://www.amazon.com/-/e/B00B79QOW6 que é minha página de autor.

Amor Vampiro (1)

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O conto narra a vida de um lenhador contemporâneo de Jesus Cristo que mora as margens do rio Jordão quando uma menina grávida bate a sua porta pedindo abrigo. Ezra não poderia dar guarida a grávida por conta de sua religião, mas acaba abrigando essa garota que, dias depois do parto, acaba morrendo, mas volta todas as noites para visitar a filha. É bem sombrio e oldschool, daqueles que dá frio na espinha e tudo. hehehe. Acontece que, por motivos de orçamento, tivemos que adaptar para os dias de hoje. Agora Maria é uma foragida que chega até a propriedade do lenhador nos dias de hoje, com 3 policiais no seu encalço. Ezra reluta, mas esconde a menina grávida e então tudo começa. Terror de primeira, prometo. ^^.

Igual na produção de “O turno da noite”, leitores que são atores e quiserem participar dos testes, fiquem atentos, que assim que chegar essa fase do projeto vou dar um alerta geral aqui pelo blog. Se você tem curiosidade de trabalhar atrás das câmeras, na parte de produção, abriremos também algumas vagas para leitores que querem começar ou já trabalham com cinema. Também é só ficar de olho aqui no blog.

Em televisão estou trabalhando e dois novos projetos para a Rede Globo, também ligados ao mundo do terror, ainda não posso revelar a temática e nem o formato, mas logo logo, sendo aprovado, corro aqui pra contar tudo.

Para fechar, além da coleção infantil, já comecei a rabiscar meu novo romance, já está um bocado avançado, com o roteiro e as personagens bem definidas. É um mundo de feiticeiras e guerreiros num mundo todo novo. Vamos ver no que dá, a ideia é muito legal e já está na minha cabeça há um bocado de tempo, alguns leitores até conhecem partes da história e assim que der eu posto alguns trechos por aqui.

2013 promete para todos nós.

Foi mágico!

Posted in a vida como ela é, audiovisual, eventos, literatura brasileira, novidades!, seriado!, trabalhar com cinema, vampiros with tags , , , , , , , , , on 12/12/2011 by André Vianco

Até agora estou revivendo os momentos daquela noite de terça-feira, 06 de dezembro de 2011.
Depois de uma chuva descomunal (coisa que sempre antecede meus eventos! #fato) os céus de São Paulo se apaziguaram e deixaram vir uma noite bem agradável. Cheguei com o pessoal da Criamundos, com o meu carro cheio de tralhas para o buffet que providenciamos e comecei a subir as caixas de pro secco que seriam servidas durante a noite (Poxa, no fim de semana fui a São Roque para comprarmos um bocado de vinho e ganharmos umas boas caixas do pessoal da vinícola Góes – obrigado ai pessoal!) e levando tudo para o saguão do cine Olido. Tá, vocês ainda pensam que escritor no Brasil é só glamour?! Hehehehehe! Se quer ter vida de popstar aprenda a tocar algum instrumento, a cantar e monte uma banda tipo Restart. O Leo Granado já estava lá na porta do cinema com a noiva e a mãe e é claro que ele já se prontificou de pronto para ajudar. O Leo é daqueles amigos que se um dia vc for pra guerra vc vai querer por perto, não tem braço curto e é sempre prestativo, além de ser um ótimo produtor (tirem os olhos que ele já é da Criamundos). Logo, com a ajuda da galera, a saber: Marisa, Andréia, Luna, primo Phelipe e Camilla Leite a recepção já estava armada. Uma hora antes do combinado O pessoal começou a chegar e se juntar formando aquela muvuca deliciosa de pré-estréia. Que coisa boa. Foi uma noite bastante emocionante, ver lá minha mãe, tias, primas e primos, todo mundo contente, os leitores mega-ansiosos para conferir na tela como as coisas tinham ficado.
Tinha tanta gente, tanta gente, que as duas sessões ficaram lotadas, coisa de 450 pessoas. E eu fiquei que nem barata tonta, tentando falar com todos os amigos e bater papo com os leitores, mas estava impossível.
Então chegou a hora, tive que ser arrastado do saguão para a sala de cinema, aquele escurinho gostoso, e o coração palpitando porque estava chegando a hora mágica (ficou meio gay isso, mas ainda estou emocionado, porra!). Falei algumas palavras, agradecimentos, a jornada. Depois veio a Marisa Samogin, esposa, mamãe das nossas filhotas (um capítulo a parte aqui para o blog), e diretora de produção megera irrascível, hehehehhe, como toda produtora de produção tem que ser. Acho que para mim foi a hora mais emocionante da noite, vê-la lá, apesar de nervosa, confiante, linda de preto (sempre foi coxuda essa mulé), falando para uma platéia de mais de 200 pessoas, toda emocionada, quase chorando, mas nem um pouco intimidada…. e quem conhece a dona Marisa sabe do que eu tou falando, ela é a timidez em pessoa para falar em público, e passou esse gene para nossa caçula Bruninha, mas falou bonito, agradeceu mais do que eu todo mundo que ajudou e colaborou para que o piloto de “O turno da noite” virasse verdade.

Foi muito bem ver os olhinhos brilhando dos leitores que acompanharam a materialização das palavras escritas em “O turno da noite” para a tela grande. Parece mágica né? Mas não foi mágica. Foi fruto de muita ralação de uma equipe imensa e corajosa que acreditou nesse sonho, como o Alan, da Seven Creative Visual Solutions (apesar do nome cheio de pepepê é uma empresa brazuca por natureza) e de toda a equipe da Seven que fez acontecer paredes explodindo, sangue percorrendo tecidos, disparos de armas e fogo e tudo o que um seriado de ação precisa ter e mostrar com competência. O Wagnão e Maurício Machado da M.3, estou para ver dupla mais bem humorada e disposta que aquela. Disposição é algo imprescindível em cinema, quando as gravações tem hora para começar, mas nunca tem hora para acabar, hahahaha. Agradeço também o querido Bruno Fai, o assistente de direção que sempre estava atento a detalhes importantes e buscando soluções para os empecilhos que iam surgindo no caminho. Toda a equipe de pré-produção foi fantástica também. A pré-produção é responsável por erguer a espinha dorsal do projeto e também funcionou como um Imozec da vida, reduzindo o cagaço do diretor a zero quando chegou o primeiro dia de filmar. Agradeço também aos atores que apostaram no projeto emprestando para nossa equipe seus talentos, rostos e voz, permitindo repetir aqui uma expressão; permitindo dar vida ao que só estava no papel. Enfim, agradeço a todos e todos que participaram do projeto, a grande maioria sem ver um centavo, mas cheios de vontade para fazer acontecer, recheados de pão de forma com queijo e presunto para ficar de pé.
Tenho que agradecer também aos leitores e amigos que ajudaram a concretizar a premiere, como o Jaime da Gráfica Sakura, os amigos da Livrarias Curitiba, a fotógrafa Cássia, da Cassiandri, que fez a reportagem fotográfica, a querida Andrea DeBonis, que fez o nosso “sanguinho engarrafado”, ao pessoal do sul que nos enviou o hidromel (os leitores adoraram! hehehe) da YGGDRASILL, ao pessoal da Galeria Olido também, que cedeu a sala de cinema, a prefeitura mandando bem na Cultura da cidade e não podia faltar também o meu muito obrigado a editora Novo Século que ajudou a custear parte da finalização do episódio piloto. Muito bom.

Dessa experiência a Criamundos, a M.3, a Seven e todos os profissionais sairam mais fortalecidos e mais experientes. Novos desafios virão e novamente veremos salas de cinema cheias de gente curioso para saber que loucura estamos aprontando dessa vez.

Primeira exibição em cinema

Posted in a vida como ela é, audiovisual, eventos, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional, novidades!, seriado! on 12/06/2011 by André Vianco

Pois é, chegou o dia. Hoje minha primeira produção audiovisual de peso vai para a tela de cinema. Td bem que ainda não é o nosso sonhado longa, posto que é o episódio piloto do seriado “O turno da noite” destinado para a TV brasileira, só aguardando o desenrolar das negociações com os canais interessados, mas, estará no universo mágico da grande sala escura, projetado na imensa tela branca, assistido por uma platéia. A qualidade do piloto é cinematográfica, a impressão de assistir a obra em Full-HD não deve nada a uma projeção em 35mm, garantindo que a noite vai ser emocionante.

Já agradeci uma porção de vezes, mas volto a agradecer a todos os envolvidos, a começar pelos meus leitores, indo para as editoras Novo Século e Rocco que acreditam no meu trabalho e se esparramando pelos fotógrafos competentes do piloto, Wagner e Maurício da M.3, ao trabalho espetacular da Seven e de toda a equipe do Alan, dos produtores que se juntaram a Criamundos, a Marisa que esteve capitaneando toda essa tropa, Camila, Andréia Melo, Luna, Leonardo, Ricardo, Camila Guerreiro, Vedo, Fê, todos os atores e todos e todos que ajudaram a mim e minha neofita empresa produtora de audiovisuais. (snif) hehehehehe.

Já temos novos projetos que começam a partir de amanhã a deslancharem rumo a produção e espero que ano que vem tenhamos mais uma noite de tirar o fôlego em uma dessas salas de cinema do Brasilzão.
Espero também, de todo coração, colocar todo esse time de novo para produzir o segundo, terceiro e a primeira temporada completa de “O turno da noite”.

Até mais tarde.

Vídeo da Bienal do Rio de Janeiro.

Posted in a vida como ela é, audiovisual, eventos, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional, Uncategorized with tags , , , , , , , on 09/20/2011 by André Vianco

Abaixo assista o vídeo da minha ida a Bienal do Rio de Janeiro em 2011. Fui em ótima companhia, da esposa Marisa, da cineasta Liz Marins (Liz Vamp) e da escritora Cris Lasaitis, todas amigas e divertidas. Seguimos pela Dutra até o trevo de Barra Mansa onde peguei a estrada de Lídice, fazendo o caminho final pela Rio-Santos. Bem, as mulheres enjoaram um bocado nas curvas da serra e que me obrigou a fazer duzentas paradas, mas tudo bem né, afinal de contas a paisagem da Rio-Santos compensa qualquer parada… e viagem boa é assim, feita com tempo para apreciar a vista e as peculiaridades do caminho.

De volta ao escritório ou Lugar de escritor é no escritório. ^^

Posted in a vida como ela é, audiovisual, literatura brasileira, literatura nacional with tags , , , , , on 05/10/2011 by André Vianco

Depois de realizar eventos em 13 cidades, com 14 apresentações, bate-papos e autógrafos, estou de volta ao escritório e já com a mão na massa.
Ainda falta terminar o finzinho do roteiro de longa-metragem que comecei dois meses atrás, levei o notebook na mochila por todos esses dias, mas foi impossível terminar o filme. Só consegui parar no hotel para escrever um pouco em Curitiba e Brasília. A maioria dos dias de viagem foram corridos, acordando cedo, entrando em avião e chegando a outra capital de outro estado.

Foi ótima essa booktour promovida por mim e editora Rocco. Todos os eventos estavam cheios, com média de 60 pessoas por cidade, o que permitia um bom papo com todo mundo. Uma boa parte da tour, na região sul do pais, fui acompanhado pelo atencioso João Alécio, a quem agradeço todo o cuidado para que tudo desse certo nos eventos envolvendo as livrarias Curitiba. Encontrei muitos outros amigos que promovem a cultura por ai, como o querido Adão, da Fnac Porto Alegre, a Mauricélia em Brasília (adorei conhecer a turma toda da Saraiva ai), passear com a familiares em Belo Horizonte foi divertido e rever os amigos de Fortaleza, Aragão, Clarice, Chell, Iuri, e tantos outros.

Cerveja no Mercado Modelo - Salvador

O saldo do “passeio” foi positivo. Até o da balança. Voltei uns 3 kg mais cheio, hahaha, culpa de tantos chopinhos aqui e ali e metade disso adquirido em Fortaleza, terrinha que indico para todo mundo conhecer.

“O caso Laura” está lançado e o livro vem colecionando elogios. Abaixo alguns links de resenhas para conhecer um pouco a opinião dos leitores.

http://www.liumlivro.com/2011/04/resenha-o-caso-laura-andre-vianco.html

http://carolchiovatto.wordpress.com/2011/04/19/resenha-do-livro-o-caso-laura-de-andre-vianco/

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/159468

http://she.nerdssomosnozes.com/2011/05/na-minha-estante-o-caso-laura.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

http://oliterata.blogspot.com/2011/04/o-caso-laura.html

Ávore da preguiça em Jericoacoara - CE

Fortaleza foi a cidade que escolhi (não à toa) para terminar a booktour. A Marisa me encontrou por lá e passamos 4 dias passeando pelo Ceará, indo conhecer o marivilhoso vilarejo de Jericoacoara. Quando eu postar o vídeo da booktour vcs poderão conferir algumas das paisagens do lugar.

Agora, de volta a São Paulo é hora de arregaçar as mangas e voltar a criar histórias para povoar a imaginação de todos vocês. Como disse antes estou nos finalmentes de um roteiro de longa-metragem e já com metade do “A noite maldita” escrito. E tem mais coisas vindo por ai, só não posso ainda divulgar por enquanto. Grande abraço a todos.

No Programa do Jô

Posted in a vida como ela é, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional, novidades!, vampiros with tags , , , , , , , , on 04/21/2011 by André Vianco

Para quem não assistiu a entrevista na madrugada do dia 21 de abril de 2011, aqui está o link para assistir via Youtube.

Fotos do lançamento em São Paulo

Posted in a vida como ela é, eventos, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional, novidades! with tags , , , , , on 04/20/2011 by André Vianco

Entrevista com Jô Soares em abril 2011

Olá. Essa semana fui entrevistado mais uma vez por Jô Soares. Minha primeira aparição foi em 2001. Essa semana, 10 anos depois, dei a entrevista completamente nervoso mais uma vez. Isso que dá ser entrevistado por um de seus heróis. hahahaha.

Bem, segue nesse post mais fotos da tarde de autógrafos em São Paulo celebrando o lançamento de “O caso Laura”.