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O turno da noite – parte 1 do piloto

Posted in audiovisual, seriado!, vampiros with tags , , , , , , , , , on 01/31/2012 by André Vianco

Olá, finalmente subi no youtube o primeiro trecho do piloto de “O turno da noite”. Espero que se divirtam encontrando os personagens que habitavam até então apenas as páginas dos meus livros, começando a surgir em Sétimo e depois tomando conta da ação nos três volumes de “O turno da noite”, Os filhos de Sétimo, Revelações e O livro de Jó.

O piloto de “O turno da noite” destina-se a TV e internet e foi desenvolvido e produzido pela produtora Criamundos em colaboração com as produtora M.3 e 7 Visual Solution e também com a preciosa colaboração dos atores que se colocaram a disposição, com muita vontade, para que “O turno da noite” saísse do papel em literatura, do papel em roteiro, para a imagem em movimento nessa obra audiovisual bancada pelo autor André Vianco, que aqui vos escreve.

O link:http://www.youtube.com/watch?v=lQzu0-DTUOc

Divulguem, falem, comentem.

abraços.

Foi mágico!

Posted in a vida como ela é, audiovisual, eventos, literatura brasileira, novidades!, seriado!, trabalhar com cinema, vampiros with tags , , , , , , , , , on 12/12/2011 by André Vianco

Até agora estou revivendo os momentos daquela noite de terça-feira, 06 de dezembro de 2011.
Depois de uma chuva descomunal (coisa que sempre antecede meus eventos! #fato) os céus de São Paulo se apaziguaram e deixaram vir uma noite bem agradável. Cheguei com o pessoal da Criamundos, com o meu carro cheio de tralhas para o buffet que providenciamos e comecei a subir as caixas de pro secco que seriam servidas durante a noite (Poxa, no fim de semana fui a São Roque para comprarmos um bocado de vinho e ganharmos umas boas caixas do pessoal da vinícola Góes – obrigado ai pessoal!) e levando tudo para o saguão do cine Olido. Tá, vocês ainda pensam que escritor no Brasil é só glamour?! Hehehehehe! Se quer ter vida de popstar aprenda a tocar algum instrumento, a cantar e monte uma banda tipo Restart. O Leo Granado já estava lá na porta do cinema com a noiva e a mãe e é claro que ele já se prontificou de pronto para ajudar. O Leo é daqueles amigos que se um dia vc for pra guerra vc vai querer por perto, não tem braço curto e é sempre prestativo, além de ser um ótimo produtor (tirem os olhos que ele já é da Criamundos). Logo, com a ajuda da galera, a saber: Marisa, Andréia, Luna, primo Phelipe e Camilla Leite a recepção já estava armada. Uma hora antes do combinado O pessoal começou a chegar e se juntar formando aquela muvuca deliciosa de pré-estréia. Que coisa boa. Foi uma noite bastante emocionante, ver lá minha mãe, tias, primas e primos, todo mundo contente, os leitores mega-ansiosos para conferir na tela como as coisas tinham ficado.
Tinha tanta gente, tanta gente, que as duas sessões ficaram lotadas, coisa de 450 pessoas. E eu fiquei que nem barata tonta, tentando falar com todos os amigos e bater papo com os leitores, mas estava impossível.
Então chegou a hora, tive que ser arrastado do saguão para a sala de cinema, aquele escurinho gostoso, e o coração palpitando porque estava chegando a hora mágica (ficou meio gay isso, mas ainda estou emocionado, porra!). Falei algumas palavras, agradecimentos, a jornada. Depois veio a Marisa Samogin, esposa, mamãe das nossas filhotas (um capítulo a parte aqui para o blog), e diretora de produção megera irrascível, hehehehhe, como toda produtora de produção tem que ser. Acho que para mim foi a hora mais emocionante da noite, vê-la lá, apesar de nervosa, confiante, linda de preto (sempre foi coxuda essa mulé), falando para uma platéia de mais de 200 pessoas, toda emocionada, quase chorando, mas nem um pouco intimidada…. e quem conhece a dona Marisa sabe do que eu tou falando, ela é a timidez em pessoa para falar em público, e passou esse gene para nossa caçula Bruninha, mas falou bonito, agradeceu mais do que eu todo mundo que ajudou e colaborou para que o piloto de “O turno da noite” virasse verdade.

Foi muito bem ver os olhinhos brilhando dos leitores que acompanharam a materialização das palavras escritas em “O turno da noite” para a tela grande. Parece mágica né? Mas não foi mágica. Foi fruto de muita ralação de uma equipe imensa e corajosa que acreditou nesse sonho, como o Alan, da Seven Creative Visual Solutions (apesar do nome cheio de pepepê é uma empresa brazuca por natureza) e de toda a equipe da Seven que fez acontecer paredes explodindo, sangue percorrendo tecidos, disparos de armas e fogo e tudo o que um seriado de ação precisa ter e mostrar com competência. O Wagnão e Maurício Machado da M.3, estou para ver dupla mais bem humorada e disposta que aquela. Disposição é algo imprescindível em cinema, quando as gravações tem hora para começar, mas nunca tem hora para acabar, hahahaha. Agradeço também o querido Bruno Fai, o assistente de direção que sempre estava atento a detalhes importantes e buscando soluções para os empecilhos que iam surgindo no caminho. Toda a equipe de pré-produção foi fantástica também. A pré-produção é responsável por erguer a espinha dorsal do projeto e também funcionou como um Imozec da vida, reduzindo o cagaço do diretor a zero quando chegou o primeiro dia de filmar. Agradeço também aos atores que apostaram no projeto emprestando para nossa equipe seus talentos, rostos e voz, permitindo repetir aqui uma expressão; permitindo dar vida ao que só estava no papel. Enfim, agradeço a todos e todos que participaram do projeto, a grande maioria sem ver um centavo, mas cheios de vontade para fazer acontecer, recheados de pão de forma com queijo e presunto para ficar de pé.
Tenho que agradecer também aos leitores e amigos que ajudaram a concretizar a premiere, como o Jaime da Gráfica Sakura, os amigos da Livrarias Curitiba, a fotógrafa Cássia, da Cassiandri, que fez a reportagem fotográfica, a querida Andrea DeBonis, que fez o nosso “sanguinho engarrafado”, ao pessoal do sul que nos enviou o hidromel (os leitores adoraram! hehehe) da YGGDRASILL, ao pessoal da Galeria Olido também, que cedeu a sala de cinema, a prefeitura mandando bem na Cultura da cidade e não podia faltar também o meu muito obrigado a editora Novo Século que ajudou a custear parte da finalização do episódio piloto. Muito bom.

Dessa experiência a Criamundos, a M.3, a Seven e todos os profissionais sairam mais fortalecidos e mais experientes. Novos desafios virão e novamente veremos salas de cinema cheias de gente curioso para saber que loucura estamos aprontando dessa vez.

Evento: O turno da noite no cinema!

Posted in audiovisual, eventos, literatura nacional, seriado!, trabalhar com cinema, vampiros with tags , , , , , , , , , , , on 11/21/2011 by André Vianco

Banner do seriado "O turno da noite".

Banner do seriado "O turno da noite" com Milton Levi, Leo Rebelo, Tuti Muller, Mauricio Bettini e Rafael Dourado

Olá!

Conforme prometido, vim aqui deixar avisado que dia 6 de dezembro vai acontecer a primeira exibição do episódio piloto de “O turno da noite – episódio 1″ em sala de cinema aqui em SP. O pessoal aqui da Criamundos organizou uma noite especial para toda a galera da produção e é claro que daremos também alguns ingressos para os leitores que acompanharam essa empreitada pelo blog do Vianco. A forma de concorrer ao ingresso será postada aqui no blog nos próximos dias.
Agora, quem não é de São Paulo -SP, não precisa ficar de bico, não. A Criamundos é muito democrática e poucos dias após a exibição aqui em SP o episódio será postado na web.

Para ir esquentando os motores assistam o teaser e o trailer:

trailer

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teaser

Evento em Piracicaba em 15 de out. 2011

Posted in eventos, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional with tags , , , , , , , on 10/24/2011 by André Vianco

Em quinze de outubro de 2011 passei pela livria Nobel do Shopping Piracicaba, onde encontrei vários leitores para um bate-papo rápido. A viagem foi numa tarde chuvosa, saindo de Osasco peguei chuva e garoa por toda a Rodovia dos Bandeirantes. O bom é que eu adoro viajar na chuva. Adoro estar na estrada e falar com meus leitores. Resumo, uma noite agradável no interior paulista. Assistam.

Em São Joaquim da Barra – Agosto de 2011

Posted in eventos, literatura brasileira with tags , , , , , , , on 10/05/2011 by André Vianco

Vídeo da Bienal do Rio de Janeiro.

Posted in a vida como ela é, audiovisual, eventos, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional, Uncategorized with tags , , , , , , , on 09/20/2011 by André Vianco

Abaixo assista o vídeo da minha ida a Bienal do Rio de Janeiro em 2011. Fui em ótima companhia, da esposa Marisa, da cineasta Liz Marins (Liz Vamp) e da escritora Cris Lasaitis, todas amigas e divertidas. Seguimos pela Dutra até o trevo de Barra Mansa onde peguei a estrada de Lídice, fazendo o caminho final pela Rio-Santos. Bem, as mulheres enjoaram um bocado nas curvas da serra e que me obrigou a fazer duzentas paradas, mas tudo bem né, afinal de contas a paisagem da Rio-Santos compensa qualquer parada… e viagem boa é assim, feita com tempo para apreciar a vista e as peculiaridades do caminho.

O Rio de Janeiro e sua bienal 2011

Posted in eventos, literatura brasileira, literatura fantástica, literatura nacional with tags , , , , , , , , on 09/09/2011 by André Vianco

Esse ano tive o enorme prazer de participar mais uma vez (deve ser minha quarta vez já!) da Bienal do Rio de Janeiro.
Bienal é sempre um prazer para os escritores que estão de bem com a vida, hehehe, é hora de reencontrar os amigos livreiros, os amigos leitores, toda sorte de amigos, passear um bocado e sair para os botecos.
Cheguei no Rio na sexta-feira, em ótima companhia, diga-se de passagem, trazendo comigo minha esposa Marisa, Liz Marins e a Cris Lasaitis. Saimos de madruga daqui de Osasco, dei um pulinho no Paraíso e no Tatuapé para apanhar as amigas e cinco da matina já estávamos a caminho da capital fluminense.
No meio do percurso decidi ir pela Rio-Santos, descendo a serra de Lídice, desembocando em Angra dos Reis para que o trio de mulheres (que enjoou nas curvas da Rio-Santos, obrigando a uma dúzia de paradas, hehehe) conhecesse o trecho entre Angra, Mangaratiba e Rio. Lugar bonito.

Chegando ao hotel no Recreio, reservado pela Novo Século, eu e a Má descansamos um pouquinho e logo partimos para o Rio-Centro, que de Centro não tem nada! #failname ! O bom de estar no Recreio dos Bandeirantes é isso, pelo menos cheguei em dez minutos ao destino.

Conversei com um bocado de leitores e autografei um tantão de livros no stand da Novo Século naquela sexta-feira. Os leitores que estiveram por lá puderam assistir o episódio piloto do seriado “O turno da noite” na íntegra. Ouvi uns gritinhos quando a Calíope entrou em cena. Se no livro ela já arrasava corações, no seriado televisivo deve cativar uma legião de fãs ainda maior.

Vi pela primeira vez, ao vivo, as capas novas da coleção vampiresca de Os Sete e do mundo de Bento. Com a saga de Bento uma peculiaridade, os nomes dos livros foram alterados. Sugeri isso conversando com meu editor (Luiz Vasconcelos) porque recebo muitos mails de leitores que começam a ler a saga a partir de Vampiro-Rei 1 por desconhecer o início em Bento (putz, agora pouco tirei sarro do failname do Rio-Centro e cá estou eu arrumando uma cagada minha, tsc tsc). Erro mais do que justificado. Para orientar o leitor agora os livros passam a fazer parte da saga Vampiro-Rei, tendo o livro 1 o nome de Bento, o livro 2 o nome “A bruxa Teresa” e o livro 3 o nome “Cantarzo”. Todo esse rocambole aconteceu porque, como conto em meus encontros com leitores, quando comecei a escrever “Bento” fui dominado por um processo totalmente instintivo, sem roteiro, sem saber onde aquilo tudo ia acabar, e não acabou, continuou em mais páginas e páginas de aventuras com o surgimento da figura do “vampiro-rei”.

Essa desorientação com meus títulos me faz lembrar uma passagem pitoresca ocorrida poucas semanas atrás. Uma leitora que tinha todos os meus livros me mandou um mail pedindo que eu explicasse a ordem de leitura de TODOS os livros. Queria minúcias sobre essa ordem, porque ela estava indignada porque ninguém sabia, quando ela BAIXOU os arquivos pdf piratas ela não encontrou nenhuma orientação. hehehehe. Que responder para uma criatura com uma cara de pau dessas???? Procura no Google, né. hehehehe. Bem, eu realmente não fico indignado quando dizem que baixaram meus livros no site trambiqueiro do PDL, mas achei engraçado a pessoa vir pedir orientação para mim. Até que faz sentido, se pode ir direto a fonte, por que não fazê-lo? ^^ A sorte que tenho, por enquanto, é que meus livros são longos e os PDF´s do PDL acabam divulgando a obra, porque é um saco ler mais de 300 páginas num monitor. Sei que o futuro do livro é digital, a internet não vai mudar o mundo do livro, já mudou, mas creio que o livro eletrônico tem que ser mais que simplesmente um arquivo de texto.

Voltando aos rolês da Bienal, na sexta-feira ainda tivemos pique para o cocktail organizado pela Bienal do Livro no Parque Lage. Cara, que lugar! Muito lindo aquele palacete. A festa estava boa e ficou melhor com a presença de grandes amigos do mercado livreiro, como Luiz e Nilda Vasconcelos, Max Mallman, Eugênia (Rocco), Thalita Rebouças e Cal, o Paulo Rocco e seu filho também estavam lá, dei oi para Janda e mais um bocado de gente. A Marisa levou o carro de volta ao hotel porque minhas funções automobilísticas estavam inoperantes. Mais do que bom senso é dever de um bom manguaça entregar a chave para alguém em bom estado. E no Rio as blitz da Lei Seca não perdoam, é uma por esquina.

No sábado foi o dia do encontro com leitores no stand da Rocco. Sábado o Rio-Centro estava coalhado de gente, público digno de uma bienal, com direito a fila para estacionar e demora na bilheteria. É, eu esqueci meu livro no carro e tive que comprar um ingresso pra mim (12 reais mais pobre) e segui para o stand. A Thalita Rebouças ainda estava lá autografando sua fila interminável de fãs, coisa linda de se ver. Meus leitores também fizeram uma fila formidável, compareceram em peso, e passei duas horas tratando dos livros de todos que estiveram lá, com o maior prazer.

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